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Saúde, Diagnóstico e Ciências Laboratoriais

Micologia Clínica: Identificação de Fungos Patogênicos e Micoses Superficiais e Cutâneas

Trilha técnico-educacional sobre o fluxo de investigação micológica de pele, pelos e unhas. O estudante aprende a diferenciar micoses superficiais e cutâneas, reconhecer a relevância da fase pré-analítica, interpretar exame microscópico direto, compreender o isolamento em cultura, analisar características macro e micromorfológicas de dermatófitos e outros fungos, selecionar métodos confirmatórios e elaborar um laudo responsável. O curso não habilita coleta, cultivo, diagnóstico, prescrição ou tratamento. Material clínico e culturas devem ser manipulados somente por profissionais treinados, em laboratório autorizado, sob avaliação de risco, procedimentos operacionais padrão e normas locais de biossegurança.

12 células 5h 30min Intermediário
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Jornada da trilha

Células de aprendizagem

1

1. O que se identifica em micologia clínica

Diferenciar micose superficial, micose cutânea, agente etiológico, colonização e contaminação, reconhecendo os limites do diagnóstico laboratorial.

22 min
2

2. Biossegurança, avaliação de risco e fluxo seguro

Aplicar raciocínio de avaliação de risco às etapas de recebimento, microscopia, cultivo, identificação e descarte de amostras e culturas.

26 min
3

3. Fase pré-analítica: pedido, sítio, coleta e transporte

Planejar, em cenário profissional, a obtenção de material representativo de pele, unha ou pelo e reconhecer causas de rejeição.

28 min
4

4. Exame microscópico direto

Interpretar padrões microscópicos em material queratinizado e comunicar o que o exame direto pode e não pode responder.

27 min
5

5. Isolamento em cultura e leitura macroscópica

Compreender a lógica do isolamento, dos meios seletivos, da incubação validada e da observação macroscópica sem transformar cultura em identificação definitiva.

28 min
6

6. Dermatófitos: ecologia, sítio e invasão da queratina

Relacionar os principais gêneros de dermatófitos, sua ecologia e seus tecidos preferenciais às hipóteses de identificação.

30 min
7

7. Identificação fenotípica dos dermatófitos

Comparar perfis macro e micromorfológicos clássicos e reconhecer quando a variabilidade exige confirmação especializada.

32 min
8

8. Fungos das micoses superficiais

Reconhecer agentes e padrões laboratoriais de pitiríase versicolor, tinha negra, piedra negra e piedra branca.

27 min
9

9. Candida e fungos não dermatófitos em pele e unhas

Avaliar criticamente Candida e fungos filamentosos não dermatófitos, distinguindo agente provável de colonizante ou contaminante.

27 min
10

10. MALDI-TOF, sequenciamento, PCR e resistência emergente

Selecionar métodos confirmatórios conforme a resolução necessária e reconhecer limitações de bancos de dados e testes de susceptibilidade.

25 min
11

11. Controle de qualidade, interpretação e laudo

Integrar controles, rastreabilidade e evidências para comunicar resultados micológicos claros, proporcionais e clinicamente úteis.

24 min
12

12. Projeto integrador: da suspeita ao resultado defensável

Construir um fluxo completo e seguro para casos simulados, justificando amostra, métodos, identificação, encaminhamento e comunicação.

34 min